sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

GREG PATILLO

Fiquei com preguiça de procurar tudo sobre o cara e me dei ao desplante de só dizer:
É MUITO, MUITO LEGAL!

GREG PATILLO, instrumentista de rua de NovaYork (será que é isso?) o cara que toca flauta, faz beatbox (?é assim que escreve?) e ainda... TOCA FLAUTA COMO UM LOUCO E FAZ BEATBOX AO MESMO TEMPO.

Tem esse monte de links aí embaixo e mais o video (espero que eu consiga postar o bendito video...)


Como disse o Jacaré Banguela: "musica clássica é para os fracos!" :)


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

DÚVIDAS SEMANAIS


Hoje é Terça-Feira, mas eu me sinto como se
estivesse em plena Quinta:


Ou terei dois Sábados...
Ou estou tendo duas Segundas...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

VESTIDO CURTO, UNIBAN E VOLTA ATRÁS: só não vale pena de morte!

A UNIBAN recuou na expulsão (idiota) da "dama de vermelho".

Acabo de ler no UOL (18:35): "UNIBAN vai aplicar ações educativas para aluna hostilizada e estudantes que a ofenderam". Mais à frente: "A primeira medida educativa será uma palestra com o Senador Eduardo Suplicy (PT-SP), no próximo sábado (14), às 19h. "http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/11/10/ult5772u6018.jhtm






Palestras, sabado, 19 horas...COM EDUARDO SUPLICY!




Aí não... melhor a expulsão e a execração pública. A pena de morte é vedada no Brasil.

Acho que a moça está repensando a opção com os advogados...

domingo, 8 de novembro de 2009

DISTRITO 9: um tapa na cara



Para mim, Distrito 9 foi isso: um tapa na cara, espalmado, afrontoso, desconcertante.

Não precisa ser "o filme de todos os tempos" para nos tirar do lugar-comum (até porque, as produções atuais primam pelo continuismo chato do cinema-fortuna...). Se a câmera nervosa já não é novidade desde "A Bruxa de Blair" e debates sobre discriminação e temas extraterrestres podem ser encontrados em quase todas as prateleiras de locadora de DVD, conseguir misturar tudo isso com uma ótima dose de respeito ao telespectador, um orçamento reduzido (para os padrões hollywoodianos) e nos deixar verdadeiramente incomodados durante quase duas horas de filme já não é tarefa das mais fáceis de se concretizar e de se encontrar salas afora...

E Distrito 9, para mim, chegou exatamente lá. E a coisa toda é ainda maior do que as questões de racismo, discriminação, xenofobia... Essa primeira informação que podemos alcançar - e que existe, é verdade, mas não é a única - se deve, de modo especial, ao fato de o filme retratar os alienígenas "camarões" (identificados assim mesmo, bem pejorativamente), vivendo em uma verdadeira favela horizontal em um local marginal (o tal distrito do título), providencialmente localizado na cidade de... Joanesburgo, África do Sul. E lembrar das lutas contra o apartheid é natural. O filme foi rodado lá (na verdade, no próprio Soweto, local onde a segregação racial ganhou contornos simbólicos para a humanidade). O seu diretor (o novato e pertencente ao ramo publicitário, Neil Blomkamp, que fez um grande trabalho) é de lá. O intérprete do chatíssimo e depois avassalador Wikus van der Merwe (e depois imbecil e depois avassalador, e depois idiota e depois avassalador... nada mais humano que esse paradoxo interno/eterno), personagem principal, o estreante Sharlto Copley, é de lá (com um sotaque que fez Hollywood ficar vermelha de raiva, e uma vozinha típica daqueles chatos burocratas que encontramos em qualquer repartição pública). As manifestações populares sobre os aliens que aparecem durante o fime (que, por incrível que pareça, foram na verdade colhidas questionando a população local sobre os imigrantes ilegais - o que dá a noção de que, sejam ET´s, sejam nossos iguais, a humanidade gosta mesmo é de descartar, rejeitar, afastar o diferente, estereotipar...) vieram daquele local - e, portanto, carregam muito do ranço discriminatório, raivoso, doído e porque não dizer, de contornos históricos.

Mas ainda assim as coisas conseguem ir mais além (como se já não fosse bom o suficiente). Ver o ser humano lutando contra os "camarões" (cujas figuras foram construídas utilizando mais o velho esquema das fantasias originais do que da computação gráfica, o que os deixa ainda mais "comuns", "rotineiros", integrados ao ambiente no qual aparecem), ver o ser humano criticando, rejeitando, açoitando, matando sem dó nem piedade (e haja estômago, porque a violência e a morte são de um tom cru de revirar o estômago), aproveitando que esses não são ET´s-megalomaníacos-universais-dominando-a-humanidade, nos faz olhar a nós mesmos no que temos de mais aberrante. O que fazer com o que não conseguimos explicar ou controlar ?

Pior: talvez só sentindo alguma espécie de compaixão pelos enormes seres de além-espaço é que conseguimos perceber o que temos feito conosco mesmo.

Afinal, a mim pareceu doer muito mais ver aqueles seres em estado de miséria, comendo lixo, vivendo na imundice e sofrendo os diabos do que ver seres humanos, brancos, negros, vermelhos, amarelos, esquálidos, velhos, jovens, crianças, nas mesmas condições, como temos a oportunidade de ver no nosso mais tradicional dia-a-dia. O desumano, nos "camarões", dói mais que o desumano nos homens! Onde vamos (já fomos?) parar?

Ou seja: os aliens só precisam ser aliens porque, distanciando do próprio ser humano toda aquela raiva, sofrimento e dor que nos acostumamos a ver todo dia, nas ruas, nos jornais, nos bolsões de miséria muito perto de nossas casas, nas estradas, nas encruzilhadas, podemos começar a sentir de novo o tamanho das nossas crueldades, da nossa manipulação, do jogo de nossos interesses; quando as mazelas são lançadas, no filme, contra seres que a princípio reputamos nojentos, horrorosos, disformes, em algum momento acabamos encontrando neles a mesma fragilidade que um dia - um dia - já pudemos ver em nós mesmos, no outro, no nosso semelhante. O filme, não sei se conscientemente ou se isso que eu descrevo é uma sensação minha, naquela célebre idéia de que um texto depois de escrito pertence mesmo é a quem o lê, usa dos insetos de um modo curioso, para que possamos nos re-enxergar, passando primeiro pela figura tão estranha dos extraterrestres.




A jogada de identificar a estadia dos "camarões" na África do Sul, com a nave (de belíssima imagem!) repousando em sobrevoo sobre Joanesburgo durante 20 anos, também foi espetacular: 1- primeiro porque se sobrevoasse os EUA, ninguém poderia acreditar que os "salvadores do mundo", após duas décadas e centenas de problemas gerados pela visita nada convencional, não tivessem ainda tentado disparar uns mísseis Tomahawk contra a espaçonave; 2- porque olhar os fatos pelos olhos dos sul-africanos nos traz mais verossimilhança, mais humanidade, mais normalidade, mais naturalidade do que pelos olhos já estereotipados dos nova-iorquinos ou dos sempre vistosos habitantes de Los Angeles; 3- porque para nós (e essa verdade dói) sempre que um americano aparecer no vídeo ele será o melhor, o mais forte, o herói, o heróico em confronto com o mal, com o vil, com o destruidor do lado oposto - enquanto ver os sul-africanos aguentando aqueles problemas todos é ver e viver mais um problema a ser resolvido, como dezenas de outros que temos nas mãos e não sabemos o que fazer. E o que fazer?

Quanto à produção em si (que eu achei ótima, diga-se de passagem), fico com o que senti já pela primeira metade do filme: mais do que a câmera em ritmo frenético (o que nem é tão pesado assim e ainda diminui com o passar do tempo), o tipo de película utilizada com menos brilho (não sou nem um pouco conhecedor do tema, mas é o que eu arriscaria), uma nitidez mais para imagem de TV tradicional do que para HighDefinition, cortes rápidos, imagens desfocadas em vários momentos, tomadas aéreas misturadas às imagens em preto e branco das câmeras das emissoras que acompanhariam o desenrolar dos fatos, ajudam a deixar tudo ...natural. Visceral, talvez. Sem esquecer que visceral mesmo é o que começa a acontecer ao dualista herói-idiota/vilão-cativante, van der Merwe (e mais uma vez, haja estômago). Tudo é de uma realidade constrangedora.

Alguns diálogos são excessivos; a "narrativa" que as emissoras de TV fazem em alguns momentos do filme é exagerada. Mas "perfeição", perfeição, já seria demais. Chato mesmo é ver meia dúzia de ditos críticos intelectuais ficarem acusando o filme de clichê, ou de ser uma mistura de elementos básicos e ultrapassados - mas nenhum desses sabichões colocou um roteirinho sequer para que pudesse ser criticado pelos meros mortais (ou, quem sabe, pelos "camarões"!). Enfim... é o sagrado direito de expressão.

De cá, fica a sugestão forte, enorme, repetida 100 vezes se for preciso: vá assistir. É diversão certa - o que, para quem realmente gosta de cinema e quer exercitar mais do que dois neurônios, não significa risinhos (não há), pipoca (você não vai conseguir comer) e relaxamento (assisti quase de pé, ou passando a mão pelos cabelos). Pensar e criticar (a si mesmo, inclusive) pode ser divertido, nos faz melhores. Quase duas horas de pressão. Tem que aguentar. Como aguentaram os camarões. E o van der Merwe.

E pensar que a todo o tempo eles queriam o mesmo que nós.


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

EU MEREÇO?!?!

Quarta-Feira. Ainda bem que o clima esfriou um pouco. Porque ontem estava quente e eu estava gripado... Eu aceito passar calor. Eu aceito ficar gripado. Mas ficar gripado debaixo de um baita calor, aí é demais...


Bom, mas a questão é que, eu aqui, com meu livro amigo de Direito Constitucional à minha frente (Professor Dirley, em breve nos encontraremos aqui no I Congresso Nacional de Direito "Mediar é Preciso", Cachoeiro de Itapemirim-ES, UNES-Faculdade do Espirito Santo)...



... E UMA MALDITA CAIXA DE SOM NA RUA INSISTE EM TOCAR LATINO e outras loucuras do tipo.


Digam-me a verdade, caros leitores (os 2 ou 3 que eu tenho, contando comigo mesmo quando vou revisar essas linhas): Eu mereço?!?!


Onde está meu direito fundamental à Vida Privada, onde ninguém - nem esse som odioso - pode entrar e causar estragos sem que seja do meu inteiro consentimento?

Putz, minha garganta voltou a doer...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

É COVARDIA, BOLT! (ou "Da alegria de descobrir que ainda há alegrias")


Fazer as coisas por prazer;
Fazer as coisas por prazer sem deixar de fazê-las com competência;
Saber ser uma "fera" sem precisar esnobar os outros;
Saber ser uma "fera" sabendo que uma grande parte do que você faz é mesmo para o deleite dos outros;
Saber que você tem limites - e ainda que não os conheça, conhecerá mais cedo ou mais tarde;
Saber que você tem limites - mas por que não brigar com eles ainda quando os encontrar?

Se eu fosse um pouco mais novo - ou mais iludido - diria que eu tenho um novo ídolo.

Como a idade está chegando - e nunca fui bobo para ter ídolos - eu posso ao menos dizer que eu estou admirando pra caramba um cidadão de quem eu possivelmente jamais vá apertar a mão (mas ficaria morrendo de rir se um dia eu conseguisse).
Eu paro onde estiver para vê-lo correr. Eu paro para ver suas entrevistas e as reportagens que fazem dele. Eu abro um sorriso quando sua imagem de cara adulto que se diverte como criança aparece na TV.
Eu não me canso de dizer sozinho:

Oh, USAIN BOLT!!! Assim é covardia, meu filho!!!


Usain Bolt
Jamaica
Recordista Mundial dos 100m - 9.58s Berlin/2009
Recordista Mundial dos 200m - 19.19s Berlin/2009
Recordista Mundial de DESCONTRAÇÃO e COMPETÊNCIA

Atualizado: o marmanjo fez 23 anos dia 21.09.09... 23 anos? Ah, vá te catar, "velhinho"!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

DE A.ARINOS@EDU PARA SARNEY@GOV - POR ELIO GASPARI

Vou deixar o Elio Gaspari falar por mim.
Um dos artigos mais bem escritos que li ultimamente...
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0508200913.htm

De A.Arinos@edu para Sarney@gov
Elio Gaspari

JOSÉ, Renuncie, homem. Aqui somos três a pedi-lo. Eu, o Milton Campos e o Pedro Aleixo, três amigos, velhos companheiros a quem você admirava com sorriso encantado quando chegou à Câmara, em 1959, aos 29 anos.Todos três passamos por momentos em que nos enganamos quando as circunstâncias se confundiram com a existência.
Na renúncia do Jânio eu era ministro das Relações Exteriores e deveria ter defendido, desde o primeiro momento, a posse do doutor João Goulart. Em 1964, diante dos primeiros casos comprovados de tortura, o Milton deveria ter renunciado ao Ministério da Justiça.
O Pedro Aleixo reconhece que naquela reunião que editou o AI-5 ele devia ter devolvido a Vice-Presidência.
Um ano depois, apearam-no. Nos três casos, as circunstâncias indicavam que devíamos fazer o que fizemos.
Confundidos, pensávamos que não havia opção melhor. Você sabe que a modéstia nunca foi um dos meus atributos: não percebemos quão grandes éramos.
Com justos motivos você avalia suas opções levando em conta o que diz o presidente Lula, o apoio do senador Renan Calheiros e até mesmo a agressiva defesa representada por Fernando Collor.
Você pensa até no PMDB. Tudo circunstancial. Em 1988, Lula te chamou de "incapaz" cinco vezes em 43 segundos.
O que haveria de pensar o jovem José Sarney se visse a mim, ao Milton e ao Pedro almoçando no Bife de Ouro com o Tenório Cavalcanti e o Amaral Neto?
Claro que pouca gente sabe quem são esses dois (nem estamos aqui para reapresentá-los). Assim como os jovens de hoje não lembram o que foi a UDN, os de amanhã não lembrarão o que foi o PMDB.
Renuncie, homem. Saia desse contratempo e carregue seus penares. A crise é sua, mas a essa altura ela interessa aos outros.
Ao Lula convém um Congresso desmoralizado. Aos aliados do PMDB interessa mostrar que têm os poderes dos embalsamadores. Fuja do sarcófago.
Censurar jornal, José? Chantagear o Pedro Simon, Sarney? Esse não é nosso patrimônio. O presidente que ficou impassível enquanto seu ônibus era apedrejado e riscou com o traço da bonomia sua passagem pela vida pública está se apedrejando.
Orgulhamo-nos da tua alvorada. Não compartilhe o crepúsculo com os senadores Calheiros e Collor. O Antonio Carlos Magalhães diz que isso é feitiço de um certo Bita do Barão, com seus tambores de Codó.
Milton Campos e Pedro Aleixo pediram-me que escrevesse porque insistem em lembrar a qualidade do meu discurso de 9 de agosto de 1954.
Até hoje sofro por esse ataque ao Getúlio Vargas. Não que devesse poupá-lo, mas padeço pelo que sucedeu 15 dias depois. (Ele evita encontrar comigo, nunca me dirigiu a palavra e, na chegada do d. Helder Câmara, negou-me a mão.).
Sei que você memorizou trechos dessa fala e sei que você jamais viu malícia na minha alma.Como o Pedro e o Milton insistiram ao ponto da impertinência, repito-me:"Senhor presidente Getúlio Vargas, eu lhe falo como presidente (...) tome afinal aquela deliberação, que é a última que um presidente, na sua situação, pode tomar. (...) E eu falo ao homem Getúlio Vargas e lhe digo: lembre-se da glória de sua terra (...) lembre-se homem, pelos pequeninos, pelos humilhados, pelos operários, pelos poetas".
Com as recomendações de Annah e os votos pela recuperação de Marly, deixa-lhe um abraço e a certeza da amizade, o seu,Afonso

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

SARNEY: QUE BELEZA DE DEFESA!

18:20 de uma linda Segunda-Feira.

E eis que a TV SENADO nos mostra a maravilha de "gabinete de defesa" que o Senador José Sarney preparou para si:

Fernando Collor e Renan Calheiros... entenderam?

Valei-me, São José!

É dose pra mamute - elefante é bicho pequeno.

E como é triste ver o gaúcho Senador Pedro Simon perder as forças diante dos ratos que andam às sombras e surgem de repente quando o momento lhes é bem propício...

Nessas horas, temo pelas minhas aulas de Direito Constitucional, pelas pequenas lições de cidadania que eu tento aprender e ensinar...


Obs.: e não é que o Fernando Collor está fazendo, agora, a manifestação mais incisiva que já fez sobre o SEU PROPRIO CASO de impeachment, aproveitando a onda?

É o fim...

quarta-feira, 22 de julho de 2009


16:00. Quarta-Feira.
O mesmo barulho irritante se estende há 3 dias.
Estão se preparando para derrubar a fachada deste antigo sobrado da foto aí do lado, que fica em frente ao prédio do meu escritorio de advocacia.
O som das mini-britadeiras que os operários usam é ininterrupto, parece uma abelha gigante zoando os ouvidos e atenção de todas as pessoas Centro da cidade afora.
É tão irritante que este post vai ser curto. Não tenho nem paciência pra continuar a reclamar...
Só um detalhe: se é que os operários estão usando equipamentos de proteção auditiva, uma certeza eu tenho: EU NÃO ESTOU!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

SOM E FURIA

Já escrevi sobre minha paixão pelo brilho do ser humano:
http://andrevisaogeral.blogspot.com/2009/04/gran-torino-os-seres-humanos-voltaram.html
http://andrevisaogeral.blogspot.com/2009/04/novamente-sobre-seres-humanos-brilhar.html

Agora tenho oportunidade de ver um brilho especial na TV . Repito: na TV! É tão raro que chega a impressionar. Ainda mais na TV GLOBO... :)

SOM E FURIA.

Já li críticas dizendo que a nova produção é muito política, que isso, que aquilo.

Quem me dera termos produções suficientes para podermos escolher assisti-las como "essa é política", "essa é amor", "essa é drama"...

GRAÇAS A DEUS surgiu a tal SOM E FURIA (que só fui descobrir ser um similar nacional há poucos instantes, adaptação de uma produção estrangeira chamada "Singles and Arrows"), para dar um tempo na mesmice cafona da TV no Brasil. Impressiona DEMAIS poder assistir uma produção dessas e mesclar imagens sensacionais, uma boa vontade com a inteligência do expectador e, especialmente, um valor especial para a essência que tantos bons atores guardam em si - e que a tv insiste em reprimir, negar, esconder...

Afinal de contas: O QUE É O PEDRO PAULO RANGEL DENTRO DAQUELE CAIXÃO??!?! Que coisa soberba o estilo, o jeitão.....representação com V maiúsculo... V de VIDA!!!!!

Som e Furia.

ATUALIZADO (15.07.2009): O Pedro Paulo Rangel está espetacular, sim. MAS O QUE É O TAL DE FELIPE CAMARGO AGORA, SEM VERA FISHER E OUTRAS LOUCURAS LHE TEMPESTEANDO A CABEÇA?!?!?! O cara ´tá A R R E B E N T A N D O! Fica a demonstração claríssima de que um baita ator não precisa espernear, gritar, berrar, dar murro no mundo pra ser bom em cena. Bom, não: OTIMO.